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Visite a Exposição o Palhaço no SESC MERITI/RJ - com quadros e o poema homônimo do Poeta Valdemir Costa

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domingo, 11 de abril de 2010


SÓ MAIS UM POEMA DE AMOR


E do nosso amor nada restou!

Nem lembrança, choro ou desespero

Por que do nosso amor nada restou!

Nem cartas elegíveis ou fotos com figuras invisíveis

Por que do nosso amor nada restou!

Nem vontades esquecidas ou lagrimas roladas

Por que do nosso amor nada restou!

Nem mesmo este poema, pois se fala de amor

Não fala do nosso, e sim, do remorso, que gera a revolta

Megera, que indigna, mas não inspira nenhuma atitude.

Por que do nosso amor nada restou!

E o quê aconteceu sumiu!

Quer saber, o nosso amor que nada restou

Nem mesmo existiu.

Valdemir Costa

5 comentários:

  1. Do nosso amor nada restou,
    porque quem amou sofreu,chorou
    do nosso amor só restou tristeza
    indigno nunca demontrou afeto,
    não sabe o que é amor de verdade
    coração de pedra,petrificado
    quem ama não mente e não engana
    do seu amor nada restou
    porque ele nunca existiu de verdade
    e do meu amor só restou saudade

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  2. DESTINO ESSE FALSO AMIGO
    ME FEZ TE ENCONTRAR, SONHAR, AMAR
    MEU VAZIO PREENCHIDO
    ENTREGUEI MEU CORAÇÃO
    ENTREGUEI MEU CORPO E MINHA ALMA
    ENTREGUEI MEUS SONHOS, QUE ILUSÃO

    DESTINO ESSE FALSO AMIGO
    ME MOSTROU A TRISTEZA,A LÁGRIMA, A DOR
    PERDI VOCÊ, DURANTE O CAMINHO
    NO LUGAR DO VAZIO SÓ RESTOU SAUDADE
    DO AMOR QUE AINDA OCUPA MEU CORAÇÃO

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  3. Pequenas sutilezas me levam a amar você,
    como um sorrisso largo sem motivos,
    quando danças feliz uma música qualquer,
    quando estás apenas deitado em meu colo,
    quando lê seu verso preferido,
    quando comenta um filme que gosta,
    ou quando apenas adormece em meus braços,
    são pequenas e sutis, mas me levam a amar você

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  4. te olho, te procuro e não te vejo
    sua imagem perdida, desválida, sem nexo
    no meio da multidão.
    onde está aquele que amei, idolatrei, seduzi
    realmente existiu? não foi ilusão?
    os contornos fortes de seus músculos fortes,
    a maciez de sua pele lisa,
    o cheiro forte de homem, inegável perfume
    como saber se realmente existiu?
    como saber se a ilusão não virou loucura?
    e me encontro perdida no meio da multidão
    te olho, te procuro e não te vejo
    sua imagem cada vez desválida
    quase desaparece no meu coração

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  5. Esconde-se atrás de versos.
    E ataca seus inimigos,
    Usa-se da poesia.
    Para atacar com maestria;

    Acaba desencantando em poemas.
    Para falar mal de alguém
    Isso chega ser deselegante.
    Até mesmo desrespeitoso,
    Usar da poesia,
    Para caluniar,
    Muitas vezes;
    Até quem o corteja.

    Esse é o famoso “Falso Poeta”.
    O verdadeiro POETA.
    Jamais iria usar da elegância da poesia.
    Do esplendor dos versos do poema.
    Para atacar, escondendo-se atrás de escritos e rimas.

    O “Falso Poeta”.
    Denigre a imagem das fantasias da poesia.
    Atacando com palavras chulas e até difamadora.;
    E usando de rimas nos poemas,
    Para por pra fora a malicia que ele permite seu coração alimentar.
    O “Falso Poeta”, nem poeta, é!
    Pois ele não sente em seu coração.
    O respeito pela emoção causada no poema e na poesia.
    Na poesia também existe “Ética”.

    Qualquer um; tem o direito de escrever livremente.
    Desde que não ataque e nem ofenda,
    As pessoas usando o glamour da poesia.
    Uma coisa... É usar da poesia para questões sociais.
    Outra: coisa é usar da poesia para ataques pessoais.
    O verdadeiro poeta respeita sua ‘ética’.

    Mande um e-mail que é mas Cortez e e sensato.
    Não use a poesia para seus recados mal criados.
    Não manche a poesia.
    Com a alma empobrecida.
    E muito menos com o coração contaminado.
    Com certeza:
    A poesia agradece!

    ANACAROLINALOIRAMAR

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