EVENTOS E PARCERIAS

Visite a Exposição o Palhaço no SESC MERITI/RJ - com quadros e o poema homônimo do Poeta Valdemir Costa

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quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

TEORIA DO AMOR E A PRÁTICA

O ATO DE AMAR E SUAS IMPLICAÇÕES NA INTERAÇÃO ENTRE AS PESSOAS

Os teóricos do querem quantificar o  amor
Qualificar o ato de amar ao próximo
Classificar as sensações inerentes ao ato de está apaixonado
O amor não tem medida
O amor não é comida
O amor é uma bebida forte
Para se tomar em um gole só
Misturada com sal e limão
Amar não é fácil nem simples
Amar é muito complicado
Amar não tem regras
O amor é uma doença maligna
Amar  pode curar qualquer ferida
Amar não tem mapas
Ou caminhos seguros
Amar é um salto no escuro
Não existe submissão no amor
Amar é um ato de entrega
Amar não tem seguro
Quando se perde um amor
Perdesse tudo
O amor é único
Amar é o ato de dividi-lo
O amor não escraviza
O amor liberta
Quem nunca amou na vida
É um cego por opção
O amor não alimenta
Amar engorda
O amor é uma droga
Amar não é  politicamente correto
Amar alguém de verdade é ilícito
Amar alguém como te amo
Em algum lugar do deve ser proibido
Amar não tem idade
O amor não vem com manual de fábrica
Amar é um ato solitário
Todo amor é solidário
Amar é um ato egoísta
O Amor  não da espaço para a dúvida
Ninguém precisa aprender a amar
Quem ama é autodidata
O amor não precisa ser explicado
O amor é para ser sentido
Amar não pode ser definido
O amor não toma partido
Amar é vicio invisível
O amor é aquilo que não vemos, não tocamos nem conseguimos explica
Amar é não ter que explica  nada, só sentir e pronto.


Valdemir Costa 

sábado, 13 de fevereiro de 2016

MEU ESTILO DEAD POOL DE SER




Sem frescuras


Sou de verdade!
Não sou bonzinho;
Não sou bonitinho;
Tenho meus espinhos;
Ronco a noite;
Suo quando me exercito;

Falo coisas diferentes e estranhas;
O melhor de mim é exatamente aquilo que ninguém conhece.
Meu dia é longo;
Minha noite é curta; 
Sou um descarado contumaz ...
Como tudo que quero!

Como gordura;
Como glúten;
Tenho colesterol;
Pressão alta;
Minha opinião é uma viagem à uma estrela distante:
Sei de onde parti, mas não sei onde irei chegar.

Falo alto, e, as vezes, baixo demais;
Não gosto de chuva;
Não gosto de praia;
Ouço todos os ritmos de músicas;
Meu amor é único;
Minha vida é esta que estou vivendo.

Meu futuro vou fazendo na hora;
Aproveito meu dia;
Não tenho pressa;
Sou aquilo que você seria se tivesse culhões
Tenho medo de altura, aranhas e  de eu mesmo;
Faço caretas e canto no chuveiro.

Não gosto de mentiras;
Não gosto de pessoas mentirosas;
Não respeito leis idiotas; 
Não mato quem não pode se defender;
Sou do tempo que se falava  ecologista;
Vivo pela verdade é sei que um dia morrerei por ela.

Morrerei um dia...
Sou de carne e osso!
Mas estou destinado ao infinito universo quântico!

Nunca fiquei bêbado na vida;
Nunca perdi a consciência ou fui hipnotizado;
Tenho o lado esquerdo diferente do direito;
Faço poemas, sou poeta, mas não sou escritor;
O que quero pertence ao etéreo;
Não deixo que ciganas leiam as minha mãos;
Ninguém deveria saber o que eu sei.

Sou feito da mesma substância que foram feitos meus heróis...
Substância que criam e destroem mártires;
Não quero reconhecimento ou fama; 
Espero apenas sobreviver mais um dia;
Estou contido no mundo, mas não pertenço a ele.

Sou maior que consigo externar e menor do que a pequenez insignificante do Big Ben;
Sou feito de ódio, fogo e fúria; 
Temperado com açúcar, amor e carmim; 
Não quero ser entendido e não espero entender ninguém;
Estou presente tanto na dúvida quanto na certeza; 
Não sou perfeito, nem quero ser!




Não sou educado e falo palavrão;
Não tenho medo do escuro, nem da escuridão;
Não tenho medo do mal, eu sou o mal!
Luto todos os dias contra uma compulsão de destruir tudo;
Sou um leão entre os vermes;
Sou um diamante encontrado na lama e um lobo entre os cordeiros.

Não tenho predileção por nenhum ser humano em especial; 
A humanidade é algo defeituoso e ao mesmo tempo extraordinário;
Já senti pena, amor e cobiça;
Hoje não sinto dor, remorso ou culpa;
Na verdade...
Hoje não sinto mais nada.

                                                 

                                                                                           Valdemar Costa